Quando as notas se intercalam em uma, outra e outra,
Não existem agora dois seres mas um só.
Não existem agora dois seres mas um só.
As seis cordas como os seis sentidos, cada uma com a sua magia distinta de todas as outras.
Toco-as não com os meus dedos, com as minhas mãos mas com a vida
Com elas partilho momentos, pensamentos...
Escondo-me nela, vadio e fugidio, como uma criança atrás das saias da mãe
O contorcer das cordas, o ecoar das notas, a vibração do som
O bater do coração, o sangue que fervilha e a garganta que se esgarra
Nada mais me importa quando minha vida à minha guitarra se agarra

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